quinta-feira, 18 de outubro de 2012

MODESTO BRIA: Sangue Rubro-Negro do Paraguai

Carreira: 1940-43 Nacional (Paraguai) e 1943-53 Flamengo

No Flamengo, foram 360 jogos e 8 gols.


Modesto Bria foi um dos maiores cabeças-de-área a passar pela Gávea.

"Para o lugar de Volante, o Flamengo foi buscar outro estrangeiro, o paraguaio Modesto Bria, que vestiu a camisa rubro-negra por dez anos e, mais tarde, ainda foi técnico do time. Foi Bria quem inaugurou a tradição de jogadores paraguaios no clube, encerrando a era Argentina. O time campeão de 1943 era formado por: Jurandir, Newton Canegal e Domingos da Guia; Biguá, Modesto Bria e Jayme de Almeida; Jacy (Nilo), Zizinho, Perácio, Pirilo e Vevé". (A NAÇÃO, pg. 61)

"Para ser campeão, o Flamengo contratou, em 1953, o técnico paraguaio Fleitas Solich. Em 1949, quatro anos antes, já havia contratado o goleiro titular da seleção paraguaia, Garcia. Antes do campeonato de 1953 também trouxe outro goleiro estrangeiro: o argentino Chamorro. E ainda chegou outro paraguaio, o centroavante goleador Benítez. Assim, foi novamente com quatro estrangeiros no elenco, três paraguaios (Bria continuava no time) e um argentino, e com um no banco como treinador, que o Mengo voltou a ser campeão". (A NAÇÃO, pgs. 71-72)




O paraguaio Modesto Bria também foi treinador do Flamengo. A primeira vez foi enquanto o paraguaio Fleitas Solich esteve treinando o Real Madrid. Depois Solich voltou e Bria saiu. Treinou o time novamente por três meses em 1967, substituindo o argentino Armando Renganeschi. Em 1971, assumiu como interino por um jogo. E sua última passagem foi em 1981, durou três meses, entre a saída de Cláudio Coutinho e a escolha de Carpegiani para o banco de resrvas. Mesmo depois de parar de jogar, passou toda sua vida como funcionário do Flamengo, seja como treinador, como auxiliar-técnico, treinador nas divisões de base, ou mesmo em funções administrativas.

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